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Estrada de Li Po




Luiz laica do sol
Baila no pó:
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Bárbara Lia

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Chá para as borboletas - O Livro da Infância

  Chá para as borboletas Janela - espelho meu. Fragrância de almíscar selvagem me violenta. Menino com aura violeta. Jovem com juba desgrenhada. Velocidade lenta. Garganta do poço este túnel cinza, onde trafego dias. Penso na infância, sombra dos eucaliptos, recanto secreto onde eu servia chá às borboletas. Chá para as Borboletas Bárbara Lia 21g/2010

21 gramas

POESIA - títulos dos livros de Bárbara Lia, confeccionados de forma artesanal: À sombra de um rio Adamare Barco de Lia no Rio de Cora Chá para as borboletas Cigarras no Apocalipse Noon Nebulosas no quintal Nyx Nua O rasurado azul de Paris O sorriso de Leonardo Para Camille com uma flor de pedra Réquiem Uma lua em teu ventre *** 

Réquiem

http://isaiasfaria.blogspot.com/ --> Abstrata O caminho abstrato leva às verdadeiras paisagens Há quem vá a Roma, sem ver Roma Há quem vá ao amor sem enxergar o amor Há quem venha a mim sem ver a mulher inteira e codificam os gestos e atiram ao vento meu nome Nunca me viram no real espelho além da carne dos olhos E eu não tenho a chave que abre as portas da minha alma. Bárbara Lia -Reunindo poesias para a próxima coleção - Ônix & Cereja - capa -foto do poeta Isaias de Faria - Réquiem - vai reunir poesias de dor e mágoa incluindo o longo poema - Réquiem - publicado na Revista - Ontem Choveu no Futuro - n° nada, editada pelo poeta Douglas Diegues e pela jornalista Cristina Livramento.