Chá para as borboletas Janela - espelho meu. Fragrância de almíscar selvagem me violenta. Menino com aura violeta. Jovem com juba desgrenhada. Velocidade lenta. Garganta do poço este túnel cinza, onde trafego dias. Penso na infância, sombra dos eucaliptos, recanto secreto onde eu servia chá às borboletas. Chá para as Borboletas Bárbara Lia 21g/2010
Inventário Poético by Bárbara Lia - contato: liartesanal@gmail.com

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